Apesar de espiritualidade e religiosidade serem a regra, e não a exceção entre praticamente todas as sociedades – a não ser naquelas em que, por razões políticas, não há liberdade para expressar e confessar filiação religiosa ou mesmo crenças espirituais –, pouquíssimas pessoas têm conhecimento da existência do campo disciplinar ciência e religião. É verdade que o próprio conceito de um estudo interdisciplinar que promova o diálogo entre as ciências e as religiões é muito recente e não foi perfeitamente consolidado, mas a onipresença da questão em todos os nichos sociais e culturais evoca justamente a urgência desse debate. O termo nasce dessa constatação e, também, de uma crescente percepção acadêmica dos embates e dos problemas gerados pela falta de uma educação capaz de conciliar as visões de mundo científica e religiosa de maneira compatível com a tremenda complexidade da sociedade contemporânea.
É fato que vivemos em uma sociedade científica e tecnológica, na qual o espaço para o analfabetismo científico diminuiu rapidamente ao longo do último século. É também verdade que a sociedade continua a ser altamente religiosa ou, no mínimo, altamente espiritualizada, apesar das transformações impostas pela secularização a ambas as vivências.
É também verdade que a sociedade continua a ser altamente religiosa ou, no mínimo, altamente espiritualizada, apesar das transformações impostas pela secularização a ambas as vivências.
Por um lado, a secularização fez com que grande parte das pessoas se sentisse desconfortável em professar a religião de seus pais ou qualquer outra; por outro lado, incutiu em pessoas com ou sem religião a sensação de que sua espiritualidade deveria ser obrigatoriamente dissociada de sua vida prática, profissional e política, fazendo com que mesmo as pessoas mais fervorosas se tornassem reticentes e ficassem apreensivas quanto à aceitabilidade social desse fervor. Tal estado de coisas se refletiu, por muito tempo, na forma como reportagens de jornais tendiam a falar sobre ciência e religião como antagônicas, na maneira como acadêmicos, funcionários públicos e profissionais de saúde procuravam separar escrupulosamente sua fé “privada” de seus papéis sociais, e também na incapacidade geral para recompor uma visão integral da vida humana.
Certamente parte dessas dissociações resulta de uma crítica pertinente às imposições de cultos oficiais de Estado e de confusões entre as esferas públicas e privadas, entre as religiosas e as políticas, em séculos passados. O problema, no entanto, é que acabamos abraçando o extremo oposto, em um tipo de comportamento esquizoide e negacionista da natureza espiritual do homem.
Graças a esse cisma puramente cultural, passou a parecer contraditório o que, na verdade, era a naturalidade da vida. Dito de outra forma, as pessoas já não tinham mais permissão de ser aquilo que efetivamente eram, ou seja, pessoas que acreditavam em Deus e habitavam e trabalhavam no mundo industrial-tecnológico.
Várias crises contemporâneas têm suas causas nessa desintegração da consciência ocidental, inclusive as crises de sentido e de racionalidade denunciadas por tantos filósofos dos séculos 19 e 20, e também a atual crise de saúde mental das últimas décadas.
Para ajudar a sociedade a lidar com essas crises e superá-las, surgiu então o campo ciência e religião.
Se este texto fosse escrito nos anos 2000, eu teria de explicar que um estudo acadêmico da religião é possível e que esse estudo não obriga o praticante a ser seminarista ou a tentar reduzir a religião a chavões acadêmicos populares, como o “ópio do povo” ou um “mecanismo de compensação” psicológica.
Quando comecei a pós-graduação em ciência da religião, tive de responder a esse tipo de perguntas centenas de vezes. Depois de eu explicar que não era padre, geralmente a segunda reação de escândalo das pessoas era descobrir que estudava isso em uma universidade pública. Essa visão ingênua da impossibilidade de um discurso acadêmico sobre a religião foi se tornando obsoleta, e hoje diversas universidades federais possuem departamentos de ciência da religião ou núcleos robustos de filosofia da religião, e já foi cogitada a criação de um departamento de teologia laica na Universidade de Brasília. Isso significa que, em apenas duas décadas, o estudo acadêmico da religião passou de tabu a uma prática acadêmica comum.
O Brasil conta com a excepcional Associação Brasileira de Filosofia da Religião, a ABFR, que congrega filósofos (religiosos ou não) interessados na análise puramente filosófica de conceitos religiosos; com a Associação Brasileira de Cristãos na Ciência (ABC²), que se concentra especificamente na interlocução entre as mais diversas disciplinas acadêmicas e a fé cristã, e com o Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde (Nupes), hoje o principal grupo de pesquisa em espiritualidade do mundo, além de dezenas de outras instituições dedicadas à pesquisa da espiritualidade e da religiosidade, dentro ou fora das universidades. Em 2000, nada disso existia, e ouso dizer que a maioria das pessoas não achava que tais iniciativas deveriam existir.
A fronteira começou a ser aberta pelos departamentos de ciência da religião, particularmente o da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que se destacou como o primeiro centro fora de uma universidade ligada a uma confissão religiosa. A ciência da religião era uma subdisciplina dos cursos de teologia, até que começaram a surgir departamentos interdisciplinares de estudos da religião, mas ainda dentro das universidades católicas. A criação de um departamento de ciência da religião em uma universidade pública, portanto, criou as condições para um rearranjo da própria compreensão pública acerca da relação entre a academia e a religião.
Contudo, os cursos de ciência da religião diferem muitíssimo da disciplina ciência e religião. Na primeira, ocorre o estudo acadêmico da religião enquanto objeto, e nele é possível abordar a religião como fenômeno social, humano, cultural, linguístico e psicológico, bem como refletir sobre seus fundamentos e suas implicações filosóficas. No entanto, de modo geral, departamentos de ciência da religião não dão voz ao discurso religioso, e a religião é abordada como fenômeno, e não como discurso que precisa ser equalizado e harmonizado com os discursos científicos.
Há uma série de vantagens em se abordar a religião como fenômeno e objeto, e isso isenta a ciência da religião de acomodações extremamente difíceis entre os discursos acadêmicos tradicionais e o discurso religioso. Porém, um grande grupo de pessoas estava interessado exatamente nessa mais ousada acomodação, e essas pessoas geralmente eram teólogos e/ou cientistas que viam na aparente impossibilidade de um diálogo franco entre ciência e religião um tabu da modernidade e que começaram a analisar as razões para esse tabu. Com o tempo, sentiram necessidade de criar outro campo que não fosse apenas um discurso acadêmico interno sobre uma confissão (teologia) ou um discurso acadêmico externo sobre a religião como objeto (ciência da religião).
Como toda nova proposta, diferentes nomes e abordagens foram aventados, mas confirmou-se a ideia de que o mais importante era enfatizar justamente a distinção e o diálogo entre os diferentes, isto é, ciência e religião.
A primeira coisa que precisamos saber sobre esse campo disciplinar é que ele foi criado pelo físico, filósofo e teólogo Ian Barbour, que tanto intelectualmente quanto em sua vida prática se dedicou à reconstituição da esfacelada alma ocidental. É claro que muitos filósofos e alguns teólogos e cientistas já vinham atentando para essa necessidade, com diferentes propostas e modelos, mas Barbour foi o primeiro a advogar consistentemente a necessidade de um diálogo educado entre ciência e religião. Por diálogo educado ele entendia uma condição de superação dos vieses e pontos cegos de cientistas e religiosos, ou seja, que os cientistas deixassem de ser ignorantes quanto à religião – e sua sistematização rigorosa, a teologia – e os religiosos deixassem de ser ignorantes quanto à ciência. O desafio provou ser bem difícil de superar, mas a tentativa rendeu frutos extraordinários.
Para começar, a especialização moderna das ciências se dá devido à falta de tempo para cobrir universos disciplinares gigantescos, que, em dado momento, não eram mais apenas os das macrodisciplinas, como a filosofia, a biologia ou a teologia, mas os das próprias subdisciplinas, por exemplo, da filosofia da ciência, da botânica ou da hermenêutica bíblica. Encontrar especialistas em filosofia geral ou biologia geral já parecia quase impossível, imagine especialistas em filosofia e biologia ou física e teologia. Para assombro de muitos, a necessidade dessa formação dupla era exatamente o que propunham os pioneiros do campo, como Barbour e o bispo anglicano Ian Ramsey.
Se a conciliação entre ciência e religião parece pouco intuitiva, cabe, como exercício didático, imaginarmos uma etapa preliminar já razoavelmente embaraçosa: a de reconciliar, dentro do próprio campo científico, os campos naturais e humanísticos. Ao longo de toda a história, até aproximadamente o Iluminismo, no século 18, grandes pensadores costumavam ser humanistas e matemáticos, teólogos e cientistas. A ideia de uma especialização extrema, que transformasse um indivíduo altamente instruído em um único assunto, mas ignorante em todos os demais, não apenas inexistia, como também seria considerada abominável pelos eruditos antigo, medieval ou renascentista. Foi apenas com a modernidade que o avanço acelerado do conhecimento exigiu uma dedicação cada vez mais exclusiva a apenas um grupo de assuntos, disciplinas e métodos. Com o tempo, o químico passou a ter dificuldade de acompanhar o biólogo, que pouco sabia sobre os avanços da física, e isso no espectro bem específico das ciências naturais, em que a dependência de cada disciplina das mais fundamentais – que descrevem fenômenos que estão na base dos seus próprios – é bastante óbvia. Quando se considerava a relação entre as ciências humanas e as naturais, o abismo parecia intransponível.
Apesar de esforços honrosos de pessoas extremamente brilhantes, o cisma cultural entre humanidades e ciências naturais mal começou a ser enfrentado. Atualmente, o analfabetismo científico entre profissionais e pesquisadores das humanidades é embaraçoso. Os mais respeitados acadêmicos raramente são capazes de interpretar dados estatísticos, não reconhecem diferentes pesos e diferentes implicações de evidências, e, muitas vezes, negam ostensivamente aquilo que a pesquisa empírica mostra sobre a realidade. A recíproca é igualmente verdadeira, e raríssimos cientistas naturais têm a mais vaga noção das bases filosóficas, do desenvolvimento histórico e dos contextos sociais de suas próprias disciplinas – que dirá de qualquer outro assunto. A aceitação comodista desses gigantescos pontos cegos tornou o diálogo praticamente impossível.
O remédio para esse estado de dissociação profundo no seio da academia, com tão danosos efeitos colaterais para a sociedade e a cultura, é relativamente evidente: é preciso retornar à formação ampla e filosoficamente consequente de cientistas e humanistas. Pensadores do século 20 como Max Weber, Karl Popper, William James e Karl Jaspers eram competentes em diversas áreas, sendo capazes de transitar confortavelmente entre filosofia, história, física, psicologia ou sociologia. Essa capacidade dava a esses pensadores uma perspectiva panorâmica e geral sobre o que estava acontecendo no todo da cultura, permitindo-lhes diagnosticar os atritos entre disciplinas e métodos. Até o começo do século 19, essa era a regra entre os grandes pensadores, mas, a partir mais ou menos de 1870, isso se tornou tão raro que mal conseguimos identificar aqueles que ainda pensam o pensamento, isto é, aqueles capazes de enxergar o conhecimento humano de uma forma quase integral.
é preciso retornar à formação ampla e filosoficamente consequente de cientistas e humanistas. Pensadores do século 20 como Max Weber, Karl Popper, William James e Karl Jaspers eram competentes em diversas áreas, sendo capazes de transitar confortavelmente entre filosofia, história, física, psicologia ou sociologia.
O que os pioneiros da disciplina ciência e religião propõem é que as universidades formem pessoas que estejam, ao mesmo tempo, solidamente familiarizadas com o discurso científico e com o discurso religioso. Isso, é claro, é extremamente difícil de se realizar, pois pessoas têm uma forte tendência a ficar exaustas e/ou satisfeitas com um volume gigantesco de estudo exigido para dominar um campo, e não se sentem atraídas pelo convite a refazer esse processo duas ou três vezes. Porém, é exatamente essa prerrogativa do Ian Ramsey Centre for Science and Religion, da Universidade de Oxford, o principal centro dedicado ao estudo comparativo e analítico da relação entre a ciência e a religião. O centro, aliás, só foi dirigido por pessoas com dupla ou múltipla formação, que englobasse, no mínimo, uma disciplina teológica, ou de estudos de religião, junto a uma disciplina científica, histórica ou filosófica. Dois grandes expoentes desse centro foram o bioquímico e teólogo Alister McGrath, maior nome e, possivelmente, autor mais prolífico de todo o campo, e o padre, físico de partículas, filósofo e teólogo Andrew Pinsent.
O centro Ian Ramsey é um bolsão relativamente pequeno, de apenas uma dúzia de pesquisadores, alocado dentro da faculdade de teologia e religião, mas é espantosamente produtivo e projeta globalmente o tom da pesquisa e do diálogo entre ciência e religião.
Curiosamente, o maior e mais custoso projeto desse centro foi orientado para a prospecção e fomento do diálogo entre fé e ciência na América Latina, que foi coordenado pelo também célebre Ignácio Silva, filósofo e teólogo, hoje estabelecido na Universidade Austral, na Argentina. Contando com o generoso subsídio da Fundação Templeton, o projeto, concebido pelo Dr. Pinsent, visava trazer à tona os muitos talentos ocultos ou desvalorizados de um continente de reconhecida exuberância religiosa e espiritual, que, estranhamente, não vinha contribuindo de forma relevante para o diálogo entre ciência e religião.
Como padre, Pinsent sempre confessou ter a impressão de que a América Latina, o “continente católico”, deveria contribuir mais e estar mais bem representado em todas as pesquisas sobre religião. Como pesquisador, no entanto, achava que a inteligência e as competências de incontáveis pesquisadores latino-americanos estavam sendo desperdiçadas pela falta de apoio e reconhecimento.
O projeto foi incomparavelmente bem-sucedido e suscitou, entre diversas outras coisas, outros projetos e bolsas da Fundação John Templeton para importantes instituições brasileiras dedicadas ao estudo acadêmico da religião ou da relação entre ciência e religião. Se entramos no mapa da Fundação Templeton, isso deu quase exclusivamente graças ao projeto Ciência e religião na América Latina, da parceira Oxford-Templeton. Também teve o mérito de encorajar inúmeros profissionais a abraçarem uma carreira em ciência e religião, aos moldes dos tratados pioneiros de Barbour e das atividades do centro Ian Ramsey.
Atualmente, brasileiros que queiram ingressar nesse estimulante campo de pesquisas e atividades têm diversas instituições às quais recorrer – citei três anteriormente, a ABFR, a ABC² e o Nupes. Os caminhos para o exterior, que há quinze anos eram os únicos existentes, ainda estão abertos. Por fim, há também outros centros de pesquisa e instituições colateralmente ligados ao campo ciência e religião, como os diversos institutos e núcleos dedicados ao florescimento humano; grande número de faculdades de teologia que, cada vez mais, incluem uma disciplina ou pequeno grupo dedicados ao debate com as ciências naturais e humanas; além de grande número de núcleos de pesquisa em departamentos de psicologia, medicina ou saúde pública dedicados ao estudo da espiritualidade e seu impacto sobre a saúde. Faltaria, como sempre, maior apoio e maior visibilidade social, mais espaço na mídia e mais patrocínio ou doações por parte de empresas e instituições. No Brasil, há muito pouca percepção dos desgastes, custos e sacrifícios envolvidos nas grandes transformações culturais e intelectuais, o que acaba impedindo algumas dessas transformações e mantendo a sociedade estanque.
Do ponto de vista do pesquisador, contudo, importa saber que não há mais barreiras tão desafiadoras quanto as que inibiam as pesquisas e efetivamente abortavam carreiras vinte, trinta anos atrás. Tratando-se de uma atividade inter e multidisciplinar, praticamente todos os centros de pesquisa e universidades tenderão a ver como muito positiva essa dedicação adicional de seus funcionários – quem não quer um médico com formação em filosofia ou um músico com sólida formação em história? Afinal, enquanto tantos pesquisadores competentes possuem hobbies, o hobby dos pesquisadores multidisciplinares é tentar dominar outro campo. A coragem, a disciplina e a dedicação envolvidas nessa decisão são imediatamente apreciadas e socialmente valorizadas. O grande desafio, portanto, recai sobre a pré-condição de heroísmo e senso de missão necessários para que esses pesquisadores invistam em dupla ou tripla formação, capacitando-se ao diálogo efetivo e rigoroso entre ciências (humanas ou naturais), filosofia e teologia.
O grande desafio, portanto, recai sobre a pré-condição de heroísmo e senso de missão necessários para que esses pesquisadores invistam em dupla ou tripla formação, capacitando-se ao diálogo efetivo e rigoroso entre ciências (humanas ou naturais), filosofia e teologia.
As questões práticas que alguém deve colocar se estiver interessado em uma carreira em ciência e religião são:
Há também duas condições que é preciso apontar como irrelevantes ao bem exercício do campo, entre elas:
1. Não é absolutamente necessário ter uma confissão específica. É exigida a competência e o entendimento do discurso religioso, para que não se incorra em juízos indevidos ou em uma análise muito externa e alheia a ele. Certamente professar a fé será de grande ajuda para entender o discurso religioso em algumas de suas particularidades, mas honestidade intelectual e conhecimento sobre o discurso religioso muitas vezes já é suficiente. O que precisa ser evitada é a ignorância acerca do discurso religioso, pois isso, com grande frequência, gera análises e juízos completamente inválidos sobre esse assunto. É o caso do pesquisador que tenta enquadrar uma doutrina ou confissão em um esquema sociológico, psicológico ou antropológico sem respeitar o que o próprio discurso religioso diz. Nesse caso, há reducionismo.
2. Não é necessário exercer duas profissões ao mesmo tempo. Embora haja exceções, o mais normal entre pesquisadores de ciência e religião é que tenham dupla ou múltipla formação, mas não necessariamente exerçam múltiplas profissões ou estejam envolvidos em múltiplos projetos de pesquisa de diferentes disciplinas. Portanto, ser um filósofo que também tem formação em teologia ou ciência já seria o suficiente, uma vez que esse filósofo precisa entender o método científico, estar inteirado das últimas pesquisas e conhecer a fundo a teologia. Todavia, não é necessário que ele escreva artigos de filosofia e teologia ou filosofia e alguma ciência ao mesmo tempo.
O Brasil seguirá sendo um dos países com maior grau de espiritualidade e religiosidade do mundo, e é cada vez mais um país com produção acadêmica de qualidade. O que poucos sabem é que o Brasil está muito acima no ranking mundial de pesquisa em espiritualidade do que em qualquer outra área de pesquisa, sendo o sexto país com maior produção de artigos e projetos de pesquisa nessa área. Em praticamente qualquer outra área, nosso país está muitíssimo atrás dessa posição. A pesquisa, portanto, existe, é internacionalmente conhecida e cada vez mais estruturada institucionalmente. Embora alguns desafios ainda se imponham, este é o melhor momento na história para quem tem interesse em desenvolver uma carreira em ciência e religião.
Os conteúdos das publicações da revista digital Unus Mundus são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a visão da Academia ABC². |
Junte-se à comunidade da revista Unus Mundus!